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 Factores que influenciam a precipitacao

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Pedro
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MensagemAssunto: Factores que influenciam a precipitacao   Sab Mar 08, 2008 1:43 pm

A distribuição espacial da
precipitação






Áreas com maior precipitação:

*regiões equatoriais
*zonas temperadas

Áreas com menor precipitação:

*regiões polares


Factores geográficos que explicam a variação espacial da precipitação


*Latitude




*Altitude



A precipitação aumenta com a altitude. O ar, ao ascender ao longo de uma montanha arrefece e condensa, originando a formação de nuvens e precipitação.


*Litoral vs Interior do Continente




As regiões do litoral são, regra geral, mais chuvosas do que as do interior. A proximidade de correntes marítimas quentes faz aumentar ainda mais a precipitação, pois a água a temperaturas mais elevada evapora com mais facilidade para a atmosfera.


*Disposição e orientação do relevo




*Precipitação em Portugal




*Pressão



Pressão Normal =1013 hPa

- Se a pressão for > 1013 => Alta Pressão
- Se a pressão for < 1013 => Baixa Pressão


*Anticiclones e Ciclones




Anticiclone

Um anticiclone (ou centro de altas pressões) é uma região em que o ar se afunda vindo de cima (e aquece e fica muito estável) e suprime os movimentos ascendentes necessários à formação de nuvens e precipitação. Por isso bom tempo (seco e sem nuvens) está normalmente associados aos anticiclones: quente e seco no verão e frio com céu limpo no inverno. Os anticiclones são indicados num mapa por «A» e são os locais onde a pressão atmosférica é a mais alta na sua vizinhança. À medida que o ar flui a partir dos centros de altas pressões é deflectido pela força de Corilolis de tal modo que os ventos circulam em volta dele na direcção dos ponteiros de um relógio no Hemisfério Norte (e no sentido inverso no Hemisfério Sul) - a chamada direcção anticiclónica.

Num anticiclone o movimento do ar é descendente, em espiral, expandindo-se à superfície, enquanto numa depressão o movimento é ascendente, em espiral, concentrando-se à superfície.

Durante o inverno, o ar descendente de um anticiclone pode criar uma inversão de temperatura, retendo o smog durante dias.


Ciclone

Um ciclone (ou depressão ou centro de baixas pressões) é uma região em que o ar relativamente quente se eleva e favorece a formação de nuvens e precipitação. Por isso, tempo nublado, chuva e vento forte estão normalmente associados a centros de baixas pressões. A instabilidade do ar produz um grande desenvolvimento vertical de nuvens cumuliformes associadas a cargas de água.
São indicados nos mapas meteorológicos pela letra «B» e são locais onde a pressão atmosférica é a mais baixa na sua vizinhança e em volta do qual existe um padrão organizado de circulação de ar. À medida que, pela acção do diferencial de pressões, o ar flui dos centros de altas pressões para um centro de baixas pressões é deflectido pela força de Coriolis[1] de tal modo que os ventos circulam em espiral, isto é, no sentido anti-horário (direcção contraria aos ponteiros de um relógio) no Hemisfério Norte e no sentido horário (direcção dos ponteiros de um relógio) no Hemisfério Sul. Na meteorologia os movimentos de ar resultantes de um centro de altas pressões são denominados anti-ciclones. O sentido de giro de um ciclone e de um anti-ciclone é o contrário para um mesmo hemisfério[2][3], sendo este determinado pela aceleração de Coriolis.
Como exemplo de ciclones podemos citar os sistemas frontais, os tornados e os furacões. Como, na Índia e na Austrália, os furacões são chamados ciclones (e, na Ásia, tufões), a mídia confunde constantemente o termo ciclone com furacão. A meteorologia diferencia o ciclone extratropical do furacão. Um furacão tem núcleo quente e se forma sobre águas quentes, em geral acima de 26 graus celsius. Um ciclone extratropical em geral é um fenômeno de latitudes médias e altas que se propaga até latitudes tropicais, associado comumente a frentes frias e ondas baroclínicas em altos níveis da troposfera.



Os ciclones são fáceis de reconhecer num mapa de observações à superfície pelos ventos que tendem a fluir para ele com uma rotação «em espiral» e nas imagens de satélite pela configuração em forma de vírgula de bandas de nuvens.
No Hemisfério norte, um ciclone em desenvolvimento é tipicamente acompanhado (a leste do centro de baixas pressões) por uma frente quente atrás da qual ventos de sul transportam para norte o ar quente e húmido de uma massa de ar quente, contribuindo para a desenvolvimento de precipitação. Atrás do centro de baixas pressões (a Oeste dele), ventos de norte transportam ar mais frio e seco para o sul, com uma frente fria marcando o bordo da frente dessa massa de ar mais fria e seca. No Hemisfério sul, como o sentido ciclónico se inverte, observa-se tipicamente a situação simétrica desta.
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